Na mesa de pôquer da noite, o som das cartas não abafa os suspiros — o que se aposta são fichas, mas também quem cede primeiro, quem se entrega primeiro. Armadilhas se entrelaçam com desejo, sorrisos falsos escondem jogos de sedução; quem se apaixona primeiro acaba devorado por inteiro. Sob a mesa, tudo é umidade e sussurros — vitória e derrota já não estão nas cartas, mas em como tudo termina na cama.